domingo, 30 de março de 2014

[Actualizado] Instalar o Snow Leopard no EeePC 1000HE

Parte 1:
A)
1.- Copiar o conteúdo do DVD original para uma pen USB (Disk Utility, opção 'Restore'…)
2.- Correr o NetbookBootMaker 0.8.4pre.app.
3.- Arrancar o EeePC com a pen USB.
4.- No menu "Utilities", escolher "Disk Utility".
5.- Formatar o disco (não esquecer de seleccionar "GUID Partition Table" nas opções da partição).
6.- Depois de instalado o Snow Leopard, voltar a arrancar com a pen USB.
7.- Escolher "NetBootInstaller" (ignorar o aviso "unsupported device").
8.- Seleccionar apenas as opções "Install Chameleon 2 NBI" e "Install General Extensions".
9.- Reiniciar computador (sem a pen USB).

B)
1.- Correr o Kext Helper e instalar AttansicL1eEthernet.kext, IOBluetoothFamily.kext.
2.- Instalar VoodooHDA.prefpane (pasta "1" do Google Drive).
3.- Substituir a pasta "/Extra" por esta.
4.- Reiniciar computador.
5.- Instalar driver wifi STA_RT2860 D-1.1.2.0 UI-1.7.1.0_2009_02_17.dmg.

Parte 2:
1.- Correr o NetbookInstaller 20100616212351.app.
2.- Seleccionar apenas "Install Chameleon 2 NBI" e "Install General Extensions".
3.- Reiniciar computador.
4.- Instalar MacOSXUpdCombo10.6.7.dmg (no final, NÃO reiniciar!).
5.- Descomprimir mach_kernel_atom_10.7.0(xnu-1504.9.37~1).zip.
6.- Actualizar kernel:

No terminal:
~$ sudo -s
~$ cd /
~$ mv mach_kernel mach_kernel_old
~$ cp ~/desktop/mach_kernel_atom mach_kernel
~$ chown 0:0 mach_kernel

7.- Descomprimir ASUS1000HE_SnowLeopard.zip.
8.- Instalar os kexts desse zip via Kext Helper.
9.- Reiniciar computador.

Parte 3:
1.- Instalar MacOSXUpdCombo10.6.8.dmg (no final, NÃO reiniciar!).
2.- Descomprimir legacy_kernel-10.6.8.bz2.
3.- Actualizar kernel:

No terminal:
~$ sudo -s
~$ cd /
~$ mv mach_kernel mach_kernel_old_1
~$ cp ~/desktop/legacy_kernel-10.6.8 mach_kernel

4.- Reiniciar computador.

Parte 4:
A)
1.- Voltar a correr o NetbookInstaller 20100616212351.app.
2.- Seleccionar apenas "Install Chameleon 2 NBI" e "Install General Extensions".
3.- Reiniciar computador.

B)
1.- Apagar o ficheiro 1201N.DSDT.aml da pasta "/Extra"; copiar o ficheiro dsdt.aml para essa pasta.
2.- Copiar o IOBluetoothFamily.kext do ASUS1000HE_SnowLeopard.zip e o VoodooHDA.kext (pasta "2" do Google Drive) para a pasta "/Extras/GeneralExtensions" e depois correr o programa "UpdateExtra" que está na pasta "/Extra".
3.- Instalar VoodooHDA.prefPane (pasta "2" do Google Drive).
3.- Instalar o AttansicL1eEthernet.kext do ASUS1000HE_SnowLeopard.zip e o SleepEnabler.kext via Kext Helper.
4.- Reiniciar computador.

(clicar na imagem para aumentar)

Google Drive/eeepc1000he

Para mais informações, consultar:
- http://www.insanelymac.com/forum/topic/190295-guide-retail-snow-leopard-install-on-asus-eeepc-1000he/
- http://minhdanh2002.blogspot.pt/2010/10/dual-booting-mac-os-x-1064-and-windows.html
- http://prasys.info/2011/06/howto-macos-x-10-6-8-and-intel-atoms/
- http://www.osx86.net/topic/19547-asus-eee-pc-1000he-1067-battery-problem-solved-for-me/
...
- http://penadigital.blogspot.pt/2009/10/instalar-o-snow-leopard-no-eeepc-1000he.html

# edit 2/4/2014

domingo, 10 de novembro de 2013

sábado, 9 de novembro de 2013

Quem nos defende?

"O Governo não negoceia porque o seu propósito é outro: utilizar a troika para reforçar as suas capacidades políticas em Portugal. Somos um protetorado na medida em que é essa a ambição política de quem nos governa".

(via 365 forte)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Debian Linux: actualizar glibc

OS: Debian 7 "Wheezy"

... para podermos instalar o MeoCloud (CloudPT-0.0.69.linux-i686.zip) ;)

1.- Abrir o ficheiro "/etc/apt/sources.list" e adicionar o repositório testing do Debian.
~$ su
~$ nano /etc/apt/sources.list


[...]
deb http://ftp.debian.org/debian testing main

2.- Actualizar a lista de repositórios.
~$ apt-get update

3.- Instalar a versão mais recente (2.17-93).
~$ apt-get -t testing install libc6-dev

4.- Reiniciar o sistema.

Nota: Depois de instalado/actualizado, é recomendado comentar a linha referida no ponto 1) para evitar notificações e possíveis actualizações indesejadas do sistema (e, logo de seguida, voltar a actualizar a lista de repositórios...).
~$ nano /etc/apt/sources.list

[...]
# deb http://ftp.debian.org/debian testing main


Para mais informações, consultar:
- http://unix.stackexchange.com/questions/85505/need-to-install-glibc-2-14-on-wheezy
- http://www.debian.org/doc/manuals/apt-howto/ch-apt-get.en.html#s-default-version
...
- https://wiki.debian.org/DebianTesting 

Debian Linux: Canon Pixma MP230

OS: Debian 7 "Wheezy"

1.- Descarregar as drivers aqui (cnijfilter-mp230series-3.80-1-deb.tar.gz e scangearmp-mp230series-2.00-1-deb.tar.gz).

2.- Descomprimir os ficheiros e executar o(s) script(s) como root:

Impressora:
~$ tar -zxvf cnijfilter-mp230series-3.80-1-deb.tar.gz
~$ cd cnijfilter-mp230series-3.80-1-deb
~$ su
~$ ./install.sh


Scanner (ScanGearMP):
~$ tar -zxvf scangearmp-mp230series-2.00-1-deb.tar.gz
~$ cd scangearmp-mp230series-2.00-1-deb
~$ su
~$ ./install.sh


3.- Ligar a multifunções.

O ScanGearMP é o programa da Canon para digitalizar/scannarizar documentos. Mas, por defeito (?), o scanner só é detectado se corrermos o programa (scangearmp) usando a conta root. Para funcionar com a conta base/standard, é necessário fazer o seguinte:

1.- Verificar o "ID" da multifunções.
~$ lsusb

[...]
Bus 001 Device 002: ID 04a9:175f Canon, Inc.
[...]


2.- Abrir o ficheiro "/lib/udev/rules.d/60-libsane.rules" e acrescentar a MP230.
~$ su
~$ nano /lib/udev/rules.d/60-libsane.rules

[...]
# Canon PIXMA MP230
ATTRS{idVendor}=="04a9", ATTRS{idProduct}=="175f", ENV{libsane_matched}="yes"
[...]


3.- Gravar e reiniciar o sistema.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

"Porquê?"

Imagine-se uma escola que garante «um rácio de cinco alunos/professor e 247 funcionários, assim como "piscina coberta, pista de atletismo, campo de futebol de 11 relvado, pista para aeromodelismo, tanques para remo, sala de esgrima, picadeiro (coberto e descoberto) e cavalariças"» (no fundo, um colégio de luxo, que evidentemente selecciona alunos na admissão e até os segrega pelo sexo). Apesar destas condições paradisíacas, os castigos físicos e os abusos de mais velhos sobre mais novos parecem ser não apenas comuns como instituídos e recomendados pela hierarquia paramilitar da escola. Apesar de 600 punições por ano num universo de 400 alunos, os abusos continuam, geração após geração na «lei do silêncio».
«A., que andava no 5.o ano, teve de ser internado por exaustão física e, segundo a acusação, não conseguia dobrar os braços. J. V., com 13 anos, deu entrada no Hospital D. Estefânia com um tímpano perfurado e o ouvido a sangrar depois de ter levado uma chapada com uma luva de cabedal e A. V. ficou numa cadeira de rodas durante um mês. Entre os oito arguidos estão o filho de um embaixador e antigo ministro angolano, os filhos de dois militares da Força Aérea, o filho de um antigo comandante de uma unidade do Exército e o filho de um oficial da PSP que pertence à união de sindicatos da polícia».
Uma escola destas, se fosse privada, seria fechada pela Segurança Social por causa da cultura de abusos prevalecente. No entanto, é estatal: é o Colégio Militar. Esta escola é paga com os nossos impostos.

Ricardo Alves, "A má educação"
in Esquerda Republicana, 10/10/2013

domingo, 1 de setembro de 2013

O boçal

(...) Já alguém se lembrou de perguntar aos 900 mil desempregados de que lhes valeu a Constituição até hoje?

Pedro Passos Coelho no discurso de encerramento da Universidade de Verão do PSD, 1/9/2013.

#edit 2/9/2013:

Pergunte-se aos desempregados

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Divulgando

Segundo o próprio Ministério de Educação e Cultura (MEC)”a capacidade de resposta dos estabelecimentos de ensino público do concelho (de Caldas da Rainha)é de 162 turmas” (1). Acontece porém que no ano letivo de 2012/2013 apenas funcionaram nessas escolas 150 turmas. Não por falta de alunos, mas porque nos dois colégios do concelho com contrato de associação (Rainha D. Leonor e Frei S. Cristóvão) funcionaram pelo menos 56. Ou seja, mesmo atendendo aos dados do MEC, há pelo menos 12 turmas que caberiam perfeitamente mas escolas públicas do concelho, pelas quais o MEC – isto é, os contribuintes, – pagaram, com grave prejuízo para o interesse público,1020000 euros a colégios privados.

A situação porém é ainda mais escandalosa se tivermos em linha de conta o não aproveitamento da requalificação levada a cabo em 2010/2011 na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, quer quanto ao número de turmas que comporta (45) quer quanto à qualidade dos recursos oferecidos. De facto, apesar de esta Escola estar apetrechada com laboratórios de elevada qualidade e ter professores de Física e de Química com horário-zero, o MEC terá atribuído duas turmas do 10º ano de Ciências e Tecnologias ao colégio Rainha D. Leonor. De igual modo, havendo 5 docentes de Economia que irão para horário zero na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nesta escola não abrirá nenhuma turma de 10º ano de Economia e que, ao que tudo indica, estão a ser encaminhados para o supracitado colégio! (O secretismo na constituição da rede escolar concelhia e a ausência de dados relativamente ao número de turmas de 5º, 7º e 10º anos autorizadas aos colégios não nos permite ter certezas relativamente ao próximo ano letivo)

Nesta mesma linha de ilegal proteção destes colégios e do desbaratar de dinheiros públicos, denuncie-se o encaminhamento de alunos que completaram o 1º CEB, não para as escolas dos agrupamentos a que pertenciam – D. João II, Bordalo Pinheiro e Raul Proença – mas para os referidos colégios, contrariando de forma clara a lei e a argumentação que o MEC tem vindo a utilizar para justificar os mega-agrupamentos: a continuidade pedagógica.

Reconhecendo que a oferta pública se estava a tornar praticamente suficiente para as necessidades do concelho (o número de alunos tem-se mantido constante) o anterior governo de Isabel Alçada determinara, por acordo assinado com a AEEP em fevereiro de 2011, baseado em estudos de rede feitos pela Universidade de Coimbra, a redução de 5 turmas até ao ano 2013/2014 no colégio Rainha D. Leonor. Dava assim o governo de então um evidente sinal de respeito pela legislação e pelo dinheiro dos contribuintes, reduzindo de forma cautelar – de modo a salvaguardar os vários interesses em jogo – os contratos de associação onde eles se vinham a tornar desnecessários. Pelo contrário, o atual governo, que enche a boca com a necessidade de poupar na despesa pública e para isso não hesita em cortar salários e pensões, desbarata, por mera razão ideológica ou compadrio de interesses, muitos milhões de euros em contratos de associação absolutamente dispensáveis. (Recorde-se aliás que a instalação destes colégios privados no concelho foi ela mesma uma decisão marcadamente ideológica da Câmara Municipal da cidade e do governo da altura que os preferiram à construção, no mesmo espaço, de escolas públicas como estava previsto).

A comunidade educativa do concelho tem-se batido com firmeza e inteligência em defesa da Escola Pública e contra estes privilégios e compadrios em torno destes colégios.

Razões de eficácia jurídica aconselham a que, em vez da previdência cautelar inicialmente admitida, o SPGL avance com um processo em tribunal contra o MEC por mau uso de dinheiros públicos, proteção ilegítima de interesses privados e não respeito pela legislação que rege a celebração dos contratos de associação. (2) O que o SPGL fará de imediato.

A Direção do SPGL

Notas

(1) Números que constam da resposta enviada pelo MEC, em 13 de Junho de 2012, a questões apresentadas pelos deputados do PCP Bruno Dias e Miguel Tiago.

(2) Nomeadamente o DL 553/80, de 21 de novembro, artº 14: “Os contratos de associação são celebrados com escolas particulares situadas em zonas carenciadas de escolas públicas” e pela Portaria nº 613/85, de 19 de agosto: “Para efeitos de celebração de contratos de associação, a expressão” áreas carenciadas de escolas públicas” significa a não existência de estabelecimentos de ensino oficial na localidade ou situação de ruptura ou saturação dos existentes”

Publicado por Paulo Guinote
in A Educação do meu Umbigo, 20/08/2013.

# edit 01/01/2014:

Outros links relevantes:
- Repórter TVI: "Verdade Inconveniente" sobre os colégios privados
- Menos 17,3 milhões de euros para a educação especial