segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Mac OS X: instalar (manualmente) impressora de rede

(... este post vem na sequência deste).

1.- Ir a System Preferences, Print & Scan.

2.- Clicar no botão “+” para adicionar impressora.

3.- Right-click na toolbar e seleccionar “Customize Toolbar”.

4.- Arrastar o botão “Advanced” para a toolbar. Premir “Done”.

5.- Clicar no botão “Advanced”.

6.- Configurar tipo, endereço e modelo de impressora (ver exemplo abaixo).

7.- Premir “Add”.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ubuntu Linux: actualizar LibreOffice

1.- Sacar a última versão em www.libreoffice.org.

2.- Remover a versão instalada. No terminal, digitar:
~$ sudo apt-get remove libreoffice*.*

(e para ter a certeza que não restam vestígios... 
sudo apt-get remove --purge libreoffice*.*)

 3.- Descomprimir o ficheiro (LibO_3.6.x_Linux_..._install-deb_....tar.gz)

4.- Aceder à directoria “DEBS” e digitar:
~$ sudo dpkg -i *.deb

5.- Por último, repetir o passo 4 em “DEBS/desktop-integration”.


Dicionários pt_PT (Projecto Natura)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vice-presidente do PSD diz que a troika é que lhe paga o salário


(via jugular)

Depois de um ano e meio de mentiras, de incompetência, e quando pensamos que esta gente já não nos consegue surpreender mais, eis que a vice-presidente do PSD tem esta tirada humilhante na casa dos representantes do povo português. É simplesmente abjecto.

Esta energúmena é espelho de um governo desnorteado, derrotado, submisso aos interesses estrangeiros representados na troika e que perdeu toda a noção de dignidade, de honra, de verticalidade. Não pode valer tudo para supostamente ganhar mais uns cobres. Convém lembrar a esta fdp que quem paga o seu ordenado é o contribuinte português. E páro por aqui porque "hoje, há uma força a crescer-me nos dedos e uma raiva a crescer-me nos dentes".

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Nostalgia (III)

The Cure - "A Forest" (1986)



The Cure - "A Strange Day" (1991)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Encriptar a pasta "home" após instalação do Ubuntu Linux

Durante a instalação do Ubuntu Linux 12.04 LTS (Precise Pangolin), é-nos dada a possibilidade de encriptar a nossa pasta "home". Se optarmos por encriptar mais tarde, basta seguir os seguintes passos:

1.- Instalar ecryptfs-utils e cryptsetup
~$ sudo apt-get install ecryptfs-utils cryptsetup

2.- Reiniciar em “Recovery Mode”.

3.- Aguardar uns segundos. Quando aparecer o menu, escolher “Drop to root shell prompt”.

4.- Iniciar a encriptação
~$ ecryptfs-­migrate­-home ­­--user utilizador

Nota #1: É criada uma cópia de segurança em /home/utilizador.XXXXXXXX (8 caracteres aleatórios)

Nota #2: Se aparecer uma mensagem informando que o sistema de arquivo é apenas de leitura (read-only), executar o seguinte comando: mount -o remount,rw /

5.- Reiniciar
~$ reboot now

6.- Quando entrarmos na conta, irá aparecer um aviso para memorizar/guardar a chave de recuperação (clicar “Run this action now”). (Em qualquer altura, podemos visualizar a chave de recuperação digitando no terminal ecryptfs-unwrap-passphrase).

7.- Encriptar a partição swap
~$ sudo ecryptfs-setup-swap

8.- Reiniciar.

Nota #3: Ao encriptarmos a pasta "home", a pasta “Public” deixará de estar acessível (é detectada mas inacessível ao exterior). A solução que encontrei foi criar uma pasta pública fora da nossa “home” (ou seja, em vez de /home/utilizador, ser em /home).

~$ cd /home
~$ sudo mkdir share
~$ sudo chmod 777 /home/share


A partir de agora, a pasta pública passa a ser a “share”.

The operation can’t be completed because the original item for “Public” can’t be found.

Solução:

~$ sudo nano /etc/samba/smb.conf

[...]

[Public]
path = /home/utilizador/Public
writeable = yes
browseable = yes
guest ok = yes
available = yes
force user = utilizador
force group = users


Nota #4: Se tudo estiver a correr bem, podemos apagar o backup que foi criado durante o processo de encriptação (ver passo 4): sudo rm -rf /home/utilizador.XXXXXXXX.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

'IIGS

Os líderes dos países mais afectados pela crise do euro - Grécia, Irlanda, Espanha e Itália - estão hoje reunidos em Roma a convite do primeiro-ministro italiano, Mário Monti, para discutirem o futuro da moeda europeia e procurarem alternativas à austeridade como única solução para sair da crise, nomeadamente através de promoção de políticas de crescimento na Europa.

Portugal não está presente.

Isto é deprimente.

sábado, 15 de setembro de 2012

sábado, 8 de setembro de 2012

A cobardia (e a iliteracia económica) como modo de ser

Passos voltou hoje a revelar toda a sua cobardia política. A decisão de ontem foi a forma que o governo arranjou de implementar a sua visão para a competitividade do país, i.e. redução salarial. O tal primeiro ministro que quer transformar estruturalmente a economia nacional e democratizar o país não tem outra ideia para o país que não a via Bangladesh para a competitividade. O homem que começou o discurso de ontem prometendo franqueza, usou a decisão do Tribunal Constitucional como pretexto para uma opção que nada tem que ver com o debate em torno dos cortes dos subsídio de férias e natal dos funcionários públicos e dos pensionistas.
No mundo em que vive Passos, reduzir os custos salariais das empresas (de todas - grandes, pequenas, exportadoras, não-exportadoras) vai melhorar a tesouraria, promover a criação de emprego e dinamizar as exportações. Como é evidente, isto é só verdade num mundo ceteris paribus e outras fantasias de alguma 'ciência' económica. Se é verdade que as empresas ganham em redução de custos, não é menos verdade que perdem em procura e vendas, porque esta medida deprime, ainda mais, a procura interna e o consumo. No mundo em que vivemos, o efeito na tesouraria é necessariamente indeterminado. Também não se percebe em que medida é que as empresas irão contratar mais trabalhadores, porque a procura, que é o que determina as necessidades de emprego, ou fica igual (empresas exportadoras) ou cai (empresas que produzem para o mercado interno). A ideia do aumento da competitividade das exportações também não tem grande sustentação: não só não é líquido que as empresas tenham margem para baixar muito os preços do que produzem (custos laborais são cerca de 13% dos seus custos totais), como, mesmo que os baixassem, está por provar que isso se traduziria em aumento das exportações. A coisa torna-se ainda mais grave quando percebemos que esta estratégia de compressão salarial está em curso em toda a Europa, o que anula quaisquer hipotéticos ganhos de competitividade (a competitividade é um conceito relativo, não absoluto). Apresentar esta medida como um estimulo ao emprego e um reforço da competitividade é a prova da iliteracia económica de quem nos governa.

João Galamba
in Jugular, 08/09/2012
Intervenção na A.R..

Microsoft Security Essentials Updates

No site oficial do Microsoft Security Essentials somos informados que as actualizações são automaticamente efectuadas em segundo plano após a sua instalação. Mas a verdade é que nem sempre isto acontece e, por várias vezes, aparece um aviso a lembrar que a base de dados está desactualizada.

Contudo, é possível contornar esta situação recorrendo ao "Programador de Tarefas" de modo a garantir que as actualizações sejam, de facto, efectuadas automática e regularmente. Basta criar uma tarefa básica para o ficheiro "C:\Program Files\Microsoft Security Essentials\MpCmdRun.exe" e inserir no campo "Adicionar argumentos (opcional)" o argumento "SignatureUpdate". (As instruções podem ser consultadas aqui). A partir deste momento, o MSE irá ser actualizado de acordo com o horário especificado.

Nota #1: Para não aparecer a janela da "Linha de comandos" (cmd.exe) cada vez que arranca o "Programador de Tarefas", é necessário mudar o utilizador (conta) para "SYSTEM" (NT AUTHORITY\SYSTEM).

Nota #2: Pessoalmente, costumo recomendar o Avira. O MSE tem a vantagem de ser possível instalar *legalmente* numa pequena e média empresa num máximo de 10 PCs.