"A crise de Wall Street equivale à queda do Muro de Berlim"

... afirma Joseph Stiglitz, Prémio Nobel da Economia 2001, em entrevista ao jornal espanhol "El País".

Inglês técnico

Recebemos hoje uma carta da Escola de Gestão do Porto (EGP) a informar da transferência da actividade da AEGP-Associação para a Escola de Gestão do Porto para uma nova entidade chamada "EGP-University of Porto Business School, Associação".

Mas que raio?! Oops, quer dizer, "what the fuck?!"

As voltas que o mundo dá (II)

A AIG conseguiu escapar à falência, mas vai ficar praticamente nacionalizada. O banco central norte-americano anunciou que vai fazer um empréstimo que poderá chegar aos 85 mil milhões de dólares e vai receber uma participação de 79,9 por cento do capital do maior grupo de seguradoras dos Estados Unidos - Fonte: TSF

Spore


(clicar na imagem para aumentar)

Retirado daqui.

As voltas que o mundo dá

Shares in Europe and Asia have rallied after the US government said that it was taking over troubled mortgage giants Freddie Mac and Fannie Mae. - Fonte: BBC News

Cínico pé-de-meia

Depois de ler que o Berlusconi vai investir pagar à Líbia cinco mil milhões de dólares como compensação pelo passado colonial, pergunto-me se os povos da Península Ibérica não deverão reclamar o mesmo ao governo italiano por causa da ocupação do seu território no século III a.C. por parte do Império Romano. Ou junto dos descendentes dos povos bárbaros como os Suevos e Visigodos, e também dos Mouros. Claro que também não nos podemos esquecer dos nuestros hermanos. (Mas onde é que isto irá parar?).

Com a actual instabilidade na Rússia e no Médio Oriente, Berlusconi vira-se para a Líbia. Para as outras ex-colónias italianas como a Eritreia e a Etiópia não vale a pena. Não têm petróleo.

"Facilitismos"

Referindo-se à polémica sobre o número de professores excluídos dos concursos do Ministério da Educação, José Sócrates disse aos jornalistas que "o tempo do facilitismo acabou". (A ministra, para não variar, está-se marimbando e não faz declarações). Em vez de responder com frases feitas sem conteúdo, gostava de ouvir o Primeiro-Ministro falar sobre questões concretas como as que são mencionadas na edição de hoje do DN (págs. 2 e 3). Dos 47608 professores candidatos a contrato em vagas residuais nas escolas, 39613 ficaram sem colocação e destes mais de metade não têm direito ao subsídio de desemprego por não terem trabalhado 450 dias sem interrupções ou por possuírem os chamados "contratos a recibos verdes". O que pensa sobre isto? Que soluções propõe para estas pessoas?

(Um exemplo prático: se uma professora - que dá aulas há 14 anos quase ininterruptamente com horário completo! - teve um ano sem ser colocada e no ano seguinte é chamada apenas em Novembro, este ano já não irá ter direito ao subsídio de desemprego. Apesar de 13 anos de descontos. Porreiro, pá!)